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Pivetta admite possibilidade de vice mulher, mas diz que ainda é cedo para discutir composição de chapa

11/03/2026, 00:04:00
Por Da Redação - Rafael Machado / Do Local - Jardel P. Arruda

Pivetta admite possibilidade de vice mulher, mas diz que ainda é cedo para discutir composição de chapa

O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que considera a possibilidade de ter uma mulher como candidata a vice em uma eventual chapa ao governo. No entanto, ressaltou que ainda é cedo para discutir a composição majoritária para as eleições.

A declaração foi dada após questionamento sobre o convite feito pelo senador Jayme Campos (União) à prefeita de Jaciara, Andreia Wagner (Podemos), para ser vice em seu projeto de candidatura ao Palácio Paiaguás.

Segundo Pivetta, a ideia de incluir uma mulher na chapa já foi defendida por ele em outras ocasiões, mas a definição deverá ocorrer apenas no momento adequado do processo eleitoral.

“Eu penso sim. Não é novidade isso, já declarei em outras falas. Mas ainda está cedo para definir a composição de chapa majoritária. Vamos continuar trabalhando e, no tempo certo, fazer os convites”, afirmou.

O nome da primeira-dama e vereadora Samantha Iris (PL) chegou a ser cogitado para a vaga. No entanto, o partido já tem um nome que pretende lançar ao governo, o senador Wellington Fagundes (PL), o que inviabiliza o projeto.

Movimento

A fala ocorre após Jayme Campos reforçar publicamente, no último fim de semana, durante evento de filiações do Podemos em Cuiabá, o convite para que Andreia Wagner integre sua chapa como vice.

No discurso, o senador chegou a afirmar que já teria feito o convite várias vezes à prefeita e destacou que o objetivo é formar uma chapa capaz de promover mudanças na condução do Estado.

Caso aceite o convite, Andreia terá que renunciar ao cargo de prefeita até o início de abril, prazo estabelecido pela legislação eleitoral para quem pretende disputar outro cargo nas eleições deste ano.

Apesar da movimentação de Jayme, a disputa pelo governo dentro do União Brasil ainda enfrenta divergências. Parte significativa do partido tem demonstrado preferência por apoiar o projeto político de Otaviano Pivetta, que deve assumir o comando do Estado caso o governador Mauro Mendes (União) deixe o cargo para disputar uma vaga no Senado.